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sexta-feira, 24 de julho de 2015

sob o jardim pt 2

O choque e a condenação que tomou a cidade foi logo acompanhada por uma investigação policial muito bem divulgada, mas Frederick não era suspeito, nem se quer tinha sido interrogado. É claro que ele fez um belo e emocionante discurso na seguinte reunião da Associação de Entusiastas de Jardim; não haviam olhos secos na igreja naquela noite. Até o presidente da associação, Sr. Holt, normalmente inabalável, elogiou Frederick por suas palavras atenciosas e gentis. 

Frederick estava muito contente. 

A única questão que o preocupava é que havia quebrado uma regra de ouro: nunca mate alguém que você conhece. Não é que não houvesse pessoas conhecidas o qual ele gostaria de matar, mas era mais esperto que os outros. Mais esperto que os "Ted Bundy" e "John Wayne Gacy" do mundo. Esperto o suficiente para nunca ser pego. Haviam diversas formas para se garantir que nunca fosse suspeito de um assassinato. Para começar, sempre matava a quilômetros de casa, fora de sua cidade. Além disso, era um especialista em maquiagem de cinema, então era bem capaz de fazer disfarces convincentes quando estava "à espreita", protegendo sua identidade. Ele usava uma peruca bem realística por cima de uma touca, como também usava uma roupa de disfarce por cima de outra roupa, todas sempre compradas no dia. Isso limitava o risco de deixar cair fios de cabelos ou pele morta que poderia identificar seu DNA.

Sim, ele era muito cuidadoso, mas matar alguém conhecido que morava apenas algumas quadras de sua casa sem as precauções de sempre fora um erro; seria condenado antes mesmo de conseguir matar mais alguém.

Frederick tinha já envenenado o jardim de Lucy antes, junto com o display de lilás azuis de outro competidor três anos antes. Ele sabia que ficaria suspeito se acontecesse todos os anos com os mesmos participantes, então ele tinha que se livrar de dois jardins. Mesmo que acreditasse que  seu jardim era o melhor da cidade,  ele não confiava que os juízes fariam sempre a melhor decisão. Ele tinha que envenenar o gramado central de Tom Hartley e as irritantes macieiras originais no fundo da fazenda  de Patti Rossier. 

Dezesseis dias antes do julgamento de floreiras na janela, Frederick decidiu fazer sua jogada. Cuidaria das macieiras de Patti primeiro, porque o veneno demoraria mais tempo para fazer efeito do que no gramado de Hartley, mesmo que seu plano de segurança de provocar um pequeno incêndio sempre estava de pé se o veneno não fizesse efeito a tempo.

Quando estava se arrumando para ir sabotar o pomar, a campainha tocou.  Frederick não estava esperando ninguém e uma visita inesperada sempre o irritava, especialmente quando isso podia dificultar seus planos. De mau humor, abriu a porta e lá ela estava. Uma bela vista, cheia de vida, vibrante e brilhante. A garota não devia ter mais do que 19 anos e, mesmo que Frederick detestasse qualquer pessoa que não fosse do mesmo status social que ele - tanto mais rico, quando mais pobre - havia algo intoxicavelmente charmoso até sobre a jaqueta verde desgastada, o jeans azul escuro rasgado nos joelhos, e os cabelos loiros despenteados caídos no rosto, descansando em seus ombros. 

"Com que posso ajudá-la, mocinha?" Frederick perguntou com um sorriso torto em seu rosto.

"Olá, senhor. Eu estou coletando aqui da comunidade fundos para a caridade, e estava pensando se você teria alguns minutos para conversar sobre o maravilhoso trabalho que fazemos". Ela sorriu docemente, e Frederick se deu conta de quão impressionantemente azuis eram seus olhos. 

Ele pensou por um momento. "Claro, entre, ente!" Frederick abriu totalmente a porta, iluminando a moça com as luzes da entrada de sua casa. 

Ela estiou. "Na verdade, senhor, nós não devemos entrar na casa das pessoas quando estamos sozinhos."

"Tolice, tolice! Entre, eu não mordo".

Ela ainda estava parada na porta.

Frederick mudou de tática. "Estou meio ocupado no momento, e na verdade estou de saída, então prefiro conversar aqui dentro enquanto preparo minhas coisas. Não se preocupe, por favor. Não sou um serial killer, ou algo do tipo." Frederick sorriu para ela, com seus olhos exibindo nada além de bondade. A verdade é que mesmo se aproximando dos 50 anos de idade, ele ainda conseguia seduzir e manipular outros com suas feições naturais de simpatia e beleza. 

"Ok, não levará mais de um minuto", ela respondeu, entrando na casa.

Enquanto ele fechava a porta da frente e mostrava a sala de estar para sua convidada, Frederick sentiu aquela familiar excitação começar a borbulhar em sem interior. Sentando-se na poltrona de couro marrom perto da lareira intocada de Frederick, a garota começou a falar sobre a caridade. Ela sorria e mantinha contato visual o tempo todo, parecendo amigável, familiar, mas ao mesmo tempo não intrometida demais. 

Depois de alguns minutos a "ouvindo", reparou que na verdade não tinha ouvido nenhuma palavra do que ela havia dito. Ele sorria para ela, balançando a cabeça em concordância enquanto habilidosamente ela fazia seu discurso muito bem ensaiado, mas ele nem sabia que caridade era; nem ligava pra isso. Sua atenção tinha sido apanhada por um anel que ela usava na mão direita. Não era um anel de casamento ou noivado, mas o jeito que ela o tocava com a outra mão, o jeito que ela acariciava-o sem nem perceber, mostrava que ela tinha muito carinho por ele. Vendo uma pessoa sendo tão ligada a um objeto, fez Frederick fantasiar sobre a dor que causaria se tirasse dela. Os velhos impulsos voltaram a borbulhar dentro dele com tais pensamentos. 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

eae pessoal trago a vocês uma nova creepy!
o que acham teriam coragem de fazer isso ?
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Em 1983, uma equipe de cientistas realizou uma experiência radical em uma instalação não revelada. Os cientistas haviam teorizado que um ser humano sem acesso a quaisquer sentidos ou formas de perceber estímulos seria capaz de perceber a presença de Deus.
Eles acreditavam que os cinco sentidos obscureciam nossa consciência da eternidade, e sem eles, um ser humano poderia, de fato, estabelecer contato com Deus através do pensamento. Um homem idoso, que alegou não ter mais "nada pelo que viver" foi o único que se voluntariou. Para privar-lhe de todos os seus sentidos, os cientistas realizaram uma operação complexa, em que cada conexão do nervo sensorial ao cérebro foi cirurgicamente cortada. Embora a cobaia mexesse os músculos completamente, ele não podia ver, ouvir, sentir, ou cheirar. Com nenhuma maneira possível para se comunicar ou mesmo sentir o mundo exterior, ele estava sozinho com seus pensamentos.
Cientistas monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado de espírito com frases arrastadas que ele próprio não podia ouvir. Depois de quatro dias, o homem afirmou estar ouvindo vozes abafadas, ininteligíveis em sua cabeça. Supondo que era um início de psicose, os cientistas deram pouca atenção às preocupações do homem.
Dois dias depois, o homem gritou que podia ouvir sua esposa morta falando com ele, e ainda mais, ele podia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam convencidos até que o sujeito começou a nomear parentes mortos dos cientistas. Ele repetiu informações pessoais para os cientistas de que apenas seus cônjuges e pais mortos teria conhecimento. Neste ponto, uma parcela considerável de cientistas deixou o estudo.
Apenas um dia depois, a cobaia começou a gritar e apertar seus olhos não-funcionais, na esperança de sentir algo no mundo físico. O sujeito, histérico, agora disse que as vozes dos mortos eram ensurdecedoras e hostis, falando do inferno e do fim do mundo. Em um ponto, ele gritou repetidamente "nenhum paraíso, nenhum perdão" por cinco horas seguidas. Ele continuamente pedia para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava perto de estabelecer contato com Deus. Após uma semana comunicando-se com os falecidos através de seus pensamentos, o indivíduo tornou-se angustiado, dizendo que as vozes eram esmagadoras. A todo momento, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes que se recusavam a deixá-lo sozinho. Ele freqüentemente se jogou contra a parede, tentando provocar uma resposta à dor. Ele pediu aos cientistas por sedativos, para que ele pudesse escapar das vozes dormindo. Essa tática funcionou por três dias, até que ele começou a ter pesadelos graves. O sujeito disse várias vezes que ele podia ver e ouvir os falecidos em seus sonhos.
Depois de mais um dia, a cobaia não podia mais formar frases coerentes. Aparentemente louco, ele começou a morder pedaços de carne de seu braço. Os cientistas correram para dentro da câmara e o prenderam a uma mesa para que ele não pudesse se matar. Depois de algumas horas amarrado, o indivíduo parou de lutar e gritar. Ele olhou fixamente para o teto enquanto suas lágrimas caiam silenciosamente através de seu rosto. Por duas semanas, o individuo precisou ser re-hidratado manualmente devido ao choro constante. Eventualmente, ele virou a cabeça e, apesar de sua cegueira, fez contato visual focado com um cientista, pela primeira vez no estudo.
Ele sussurrou "Eu conversei com Deus, e Ele nos abandonou" e seus sinais vitais pararam.
Não havia nenhuma causa aparente de morte

escola abandonada

eae galera se vcs achassem essa escola entrariam ? ta ai mais uma creepy para a tarde de vcs !
quer que traduze uma creepy em especifica ? deixe nos comentários !
kajy
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Em algum lugar na densa floresta de Washington, há um mistério que não pode se desvendado, porque muitos acreditam que seja apenas uma ilusão.
Dizem que se você encontrar um grande prédio escolar no meio da floresta pode ser o seu dia de sorte. Aqueles que presenciaram esse estranho fenômeno tiraram fotos do prédio, mas as fotos mostram apenas uma grande árvore vermelha sem folhas nos galhos do topo.
Porém, alguns sortudos conseguiram uma foto real do prédio (a imagem pode ser vista aqui no post) e mostraram para todos. Muitos médiuns podem ver o futuro apenas olhando, sentindo ou tocando a fotografia. Eles conseguem ver o que vai acontecer, mas não conseguem falar pois entram em estado de choque.
Então é aqui que tudo começa:
Se você entrar no prédio vai encontrar um senhor sentado em um banco, desapontado e confuso, deixe-o falar primeiro, ou você ficará preso em uma árvore vermelha para sempre. Ele vai falar “Por que não posso ler? Escrever? Contar? Ou mesmo…” e vai parar de falar do nada. Diga para ele “Eu posso ensina-lo.” Apenas diga essa frase, ou você ficará preso na ilusão. Ele vai dizer “Muito obrigado”. Ele o deixará escolher um livro, um lápis e um papel, palitos e um poema.
Escolha qualquer coisa, e comece a ensina-lo. Não seja ignorante, ou ele vai absorver todo o seu conhecimento. Seja paciente. Deixe-o aprender a ler, a contar, a recitar e escrever. Você vai ouvir sussurros. Não se importe com eles. São apenas almas ignorantes presas na ilusão. Se você obtiver sucesso ensinando o senhor, ele vai recompensa-lo. Sabedoria pela leitura, criatividade pela escrita, inteligência pela contagem e lealdade pelo poema.
Quando acabar as lições, fale com o senhor, “Acabamos. Está feliz?” e ele vai assentir alegremente. Se ele não assentir, corra para a saída, ou você também ficará preso na ilusão. Se o senhor ficar feliz, ele vai lhe entregar uma moeda, e você vai aparecer de repente em alguma outra parte da floresta e nunca mais encontrará o prédio. A moeda é um amuleto e vai trazer muita sorte e saúde para a sua família enquanto estiver com você.
Depois de passar por isso, você não será mais o mesmo. Você será um ser quase perfeito. Aproveite a sua nova vida, e seja feliz.

sob o jardim pt 1

galera pra compensar os dias sem postagem estou trazendo essa manha o messo de uma serie nova aqui no blog espero que gostem.
kajy
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Frederick amava o seu jardim, quase tanto quanto amava matar. Ele gastava horas de sua semana regando, cortando, e nutrindo o gramado e os canteiros. Tinha muito orgulho de ter, sem dúvida nenhuma, o maior e mais impressionante jardim da cidade. 

Era maio e Frederick estava torcendo para que nas semanas seguintes, fosse escolhido pela Associação de Entusiastas de Jardim como o melhor jardineiro amador da área pelo sexto ano seguido. 

Ele sabia que, uma vez que os juízes começassem a avaliar os jardins, podiam chegar em qualquer dia sem nenhum aviso prévio - visitas surpresas eram a especialidade deles - mas estava confiante que seus arranjos florais e sua grama intocada seriam mais uma vez os melhores. Tudo que tinha que fazer era sabotar seus rivais durante a noite, usando um pouco de um determinado produto químico que matava plantas. É claro que sabia que ganharia de qualquer jeito, mas também não queria dar sorte ao azar. 

Tudo seria perfeito, contanto que as coisas não saíssem do controle, como havia acontecido dois anos antes. Lucy Rindridge tinha cuidado e produziu naquele ano um maravilhoso jardim na parte da frente de sua casa. Até Frederick admitia que o que ela tinha feito era de se orgulhar, enquanto olhava as exuberantes tulipas, rosas, cravos e sorria enquanto conversava com Lucy; enquanto na verdade pensava em sua cabeça: "Não posso deixar uma negra me vencer".

Uma semana depois do julgamento, ele fez o que tinha de fazer. Foi difícil não levantar suspeitas, é claro. As vítimas de Frederick sempre eram aquelas que ele achava que não fariam falta; mendigos, andarilhos, imigrantes ilegais, mas sua especialidade eram os "fujões" - é muito fácil manipular crianças. 

Lucy Rindridge era diferente. 

Ela era conhecida, tinha amigos que moravam perto e uma filha que estava fora da cidade. Frederick não tinha pensado em matá-la inicialmente, só queria envenenar o jardim; ensinar a ela a lição de não se meter com ele ou ter esperanças de ganhar no território dele. Mas quando ela chegou mais cedo que o esperado naquela noite, quando ele estava dando uma mijada no jardim dos fundos depois de despejar a última garrafa de produtos químicos em uma das roseiras, o sentimento de compulsão que Frederick tentava reprimir começou a se agitar dentro dele.

Ele sentiu esse sentimento estranho pela primeira vez quando tinha onze anos. O cachorro do vizinho tinha entrado no jardim da casa dele e começou a cavar e destruir a Flor-de-Lis-da-Sibéria premiada de sua mãe. É claro que Frederick não podia deixar que uma criatura tão nojenta quanto aquela destruísse o trabalho maravilhoso de sua mãe. Sem pensar, esmagou o crânio do animal com uma pedra do jardim. Imediatamente, ficou intoxicado com um desejo quase que luxurioso que só conseguia ser satisfeito com a morte. Sendo criativo como era, rapidamente ele desenvolveu uma habilidade para não ser descoberto, um talento que ele se orgulhava quase tanto quanto se orgulhava de seu jardim.

Uma vez que esses sentimentos começassem a borbulhar dentro dele, Frederick não conseguia resistir a oportunidade de usar a pobre e velha Lucy Rindridge. "Menos um negro na vizinhança", ele pensou enquanto esperava do lado de fora, escondido pela escuridão. Foi muito fácil; a senhora tinha deixado a porta dos fundos destrancada. Enquanto entrava furtivamente na casa, Frederick encontrou sua presa na sala de estar. A casa consistia em uma acumulação de objetos de uma longa vida, peças de cerâmica, estatuetas estranhas, um relógio antiquado, fotos de família e amigos que já haviam morrido a muito tempo; o lugar lembrava muito a casa da avó dele - a vadia sem coração!

Ele se arrastou lentamente até a o braço da poltrona de Lucy Rindridge, cada passo acompanhado pelo sentimento crescente de excitação borbulhando dentro dele. A bruxa velha não tinha ideia do que estava por vir, e Frederick mal podia esperar para ver o medo e a dor nos olhos dela enquanto tirava a vida dela com as próprias mãos.

Circulou a poltrona, se movendo rapidamente, mas ficou extremamente desapontado com o que tinha sido presenteado. A velha estava doente. Ela devia ter voltado mais cedo da sua noite de bingo porque estava mal e, estava claro que mesmo sem o "trabalho manual" de Frederick, Lucy Rindridge não ficaria muito mais tempo nesse mundo. Ela o encarou, com dificuldade para respirar, enquanto apontava para o telefone residencial que estava em uma mesinha próxima; implorando por compaixão com seus olhos silenciosos. 

Frederick começou a rir incontrolavelmente. 

"Ah, você quer que eu chame uma ambulância?" ele zombou enquanto pulava alegremente em direção ao telefone. Levantou-o do gancho e colocou na orelha: "Alô, é do hospital? Será que vocês pode vir até a casa 68?" Ele se virou para a senhora indefesa "É 68, não é querida?", e depois voltou para sua conversa fictícia, "sim, 68, Avenida Dupin. Por favor, venham rápido, ou eu acho que essa pobre e indefesa velha preta não vai sobreviver". Batendo com força o telefone no gancho, Frederick continuou a rir loucamente enquanto cambaleava de forma jovial até a poltrona dela.

Olhando em direção a senhora que agora tinha os olhos completamente marejado, Frederick se inclinou, sussurrando na olha direita dela. "Eu sinto muito, querida, mas o seu tipo não pertence a esse lugar, se eu pudesse queimaria todos vocês, como antigamente. Mas como minha mãe dizia 'você tem que se virar com o que Deus te dá', e nesse caso, Deus me deu isso".

Frederick olhou para suas mãos protegidas com luvas de couro com um sorriso que ia de orelha à orelha. Circulando a garganta da mulher indefesa com seus dedos, apertando com toda força que podia, sentiu uma imensa satisfação correndo por seu corpo. 

Assim que as lágrimas desciam pelo rosto de Lucy e a luz sumia de seus olhos, Frederick riu sozinho e sussurrou: "A propósito, envenenei seu jardim também. Parece que vencerei esse ano novamente". Ele cerrou seus dentes, perdendo a compostura por um segundo e chacoalhou violentamente o corpo da velha, segurando-a pelo pescoço. 

"Bem como deveria ser"

Ela estava morta e Frederick aliviado. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

guitarra de 5 cordas pt 3

galera desculpem não ter postado esse final de semana..... a internet caiu e só voltou agora... trago a ultima parte da creepy que prometi a vcs espero que gostem
kajy
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Enquanto se dirigia ao estúdio, ele percebeu que ainda não havia sequer terminado de explorar a casa! Estava tão interessado na guitarra e nas gravações que havia negligenciado isso por completo. Ele andou pelos corredores da parte da casa que ele ainda não havia explorado. No fim de um deles, viu uma porta. "OUTRO quarto?", ele pensou. Ele abriu a porta, mas encontrou algo que ele não esperava ver: um estúdio de gravação. Esse, no entanto, estava vazio.

Era óbvio que não haviam deixado esse passar. Pequeno e apertado. Esse devia ser o estúdio de que Bob falava. Por que a casa teria dois estúdios, ele não podia compreender. Mais interessante: como os responsáveis pela mudança ignoraram o maior que estava lá embaixo? E como Bob podia simplesmente não saber dele?

O morador anterior também fazia parte da gravadora de Bob, então os dois deviam ter estado juntos naquele estúdio. Então como ele simplesmente não mencionou o outro estúdio a Bob? Além do mais, como alguém poderia usar aquele estúdio minúsculo quando havia um incrivelmente maior e melhor lá embaixo?

Subitamente, uma música começou a ecoar pelos corredores. Elijah estava preocupado agora, mas antes mesmo que pudesse pensar, ele estava indo para o outro estúdio. Quando percebeu, estava parado na porta dele. Ele a abriu devagar, na esperança de conseguir ver o que estava acontecendo ali antes que o que quer que estivesse ali percebesse sua presença.

Apesar da tentativa, o som parou exatamente na hora que ele abriu a porta. A guitarra ainda estava ali, brilhando ainda mais. Ele a pegou sem pensar duas vezes. Começou a tocar. Parecia que ele tinha cada vez mais idéias quando tocava aquela guitarra. Idéias que ele julgava impossíveis.

"Essa coisa é um íma para a inspiração", ele disse. Conforme ele tocava, no entanto, Elijah percebeu que ele não estava tendo qualquer idéia. Ele simplesmente... as estava tocando. Seus dedos se moviam pelo braço da guitarra com uma precisão milimétrica, e as músicas soavam como se sequer fossem tocadas com seus dedos!

Ele derrubou a guitarra no chão, sem acreditar, e ela caiu com um som grave. Percebendo o que havia feito, ele analisou o estrago. Para sua surpresa, não havia sequer um arranhão no instrumento. Havia algo muito errado ali, e os instintos de Elijah falaram mais alto que seu amor pelo instrumento.

Ele saiu de perto da guitarra, e ela brilhou ainda mais. Era como se tentasse arrastá-lo de volta. Elijah sentiu que a guitarra tentava puxá-lo de volta, como se estivessem conectados. Seu corpo foi tomado por um medo irracional e ele correu para a sala de controle, batendo a porta com força. Ele se lembrou das gravações, e decidiu ouvi-las para ver se poderia descobrir o que o antigo dono estivera fazendo.

Ele ouviu as gravações em ordem cronológica, e foi perdendo as esperanças de descobrir algo interessante, quando de repente pulou para trás de susto. Ruídos extremamente altos soaram pelos falantes. Gritos horrendos saíram da gravação, mas foram se distorcendo lentamente até se tornarem notas musicais. Elijah estava em pânico e imediatamente parou a gravação. Ainda mais apavorado, ele percebeu que uma música era tocada na guitarra. Ele podia ver as cordas se movendo sozinhas, como se não ligassem mais e soubessem que Elijah já sabia o que estava acontecendo.

Elijah saiu do estúdio, em choque. As notas ecoavam conforme ele subia as escadas. A música ficou mais distorcida, mais... errada. Os acordes maiores viravam menores, o som era cada vez mais sombrio e depressivo. As melodias agora eram dissonantes e difíceis de decifrar. Elijah sabia que algo estava muito errado, e decidiu descobrir sozinho.

Elijah pegou seu notebook e começou a pesquisar sobre o desaparecimento do antigo dono. Ele se chamava Bryan Reynolds, e seu desaparecimento não foi o primeiro naquela casa. Seu nome era familiar, como se ele tivesse ouvido falar dele antes. Elijah encontrou outros artigos: desaparecimentos semelhantes. A música no estúdio ficava cada vez mais alta. Quatro casos de desaparecimento, com as mesmas características.

Ainda mais estranho, todos eram músicos. "Ah, sim... Eu ouvi falar desse cara. Um músico do caralho" ele pensou. O cara era Gabriel Morales, desaparecido antes de Bryan, e uma mulher chamada Delilah Williamns antes dele. Elijah não sabia ao certo, mas havia algo estranho com aqueles nomes. O outro desaparecido era Adrian Johnson. A guitarra estava cada vez mais distorcida. O que era uma simples melodia era agora uma série de power chords distorcidos e desafinados, entrando em seus ouvidos com violência. Sua cabeça pulsou enquanto ele via o último nome: Evelyn Myers. Apavorado, Elijah percebeu o que havia de estranho com aqueles nomes...

Subitamente, uma corrente forte atravessou a casa, derrubando o notebook e empurrando Elijah para o chão. Ele tentou ficar de pé, mas foi empurrado com mais força. Seu corpo voou como uma ragdoll pela casa. Ele percebeu que não estava sendo empurrado, mas sim, puxado. Puxado escada abaixo.

Ele bateu o rosto em cada degrau, perdendo ainda mais consciência em cada impacto. Seu corpo chocou-se contra a porta, quebrando-a. Diversos pedaços de madeira passaram por ele. Elijah agarrou-se ao canto da porta, tentando a todo custo resistir. Seu corpo parecia se esticar. A guitarra praticamente estourava seus tímpanos agora. Subitamente, o lugar onde ele estava se segurando cedeu. Elijah voou na direção da guitarra de cinco cordas.

Bob abriu a porta com cuidado. Elijah não respondia suas ligações haviam 2 dias, e ele temia que algo estivesse errado. Conforme ele andou pela casa, ele percebeu que tudo estava com antes. Ainda haviam várias caixas fechadas e a casa estava um tanto vazia. "E! E! Você está aí?" ele gritou.

Conforme ele andou pelos corredores, ele acabou encontrando a escada. Ele quase podia ouvir a música tocando lá embaixo. Lentamente, ele desceu, os degraus rangendo a cada passo. O fim da escada estava completamente escuro e ele tateou as paredes até encontrar o interruptor.

Havia apenas uma porta ali. Bob entrou por ela e encontrou um estúdio de gravação que ele sequer sabia que existia.. Mas havia algo que chamou ainda mais sua atenção...

Uma guitarra branca, muito bonita, e com todas as seis cordas.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

para a noite d vcs ser muito boa começamos a postar os SCP espero q gostem !
kajy
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Procedimento Especial de Contenção: 

A designação SCP-048 deve ser retirada do catálogo SCP. Nenhuma SCP futura deve ser acrescentada ao número.

Descrição: 

SCP-048 foi, por muito tempo, considerada um "número maldito" pela equipe SCP: Qualquer item designado à este numero tende a ser destruído, desfeito, roubado ou perdido pela Fundação, geralmente de forma involuntária por qualquer individuo. Em suma, pessoal designado para o SCP-048 em suas diversas encarnações possui 50% mais chances de sofrer morte, desmembramento e/ou ação disciplinar.
A possibilidade de o número '048' possuir qualquer qualidade sobrenatural é desconhecida, contudo, graças às superstições acerca deste número, a designação foi removida do catálogo SCP para manter a moral dos funcionários.

Adendo 1: 

Isso é uma palhaçada! Eu vou provar pra vocês, supersticiosos de merda, que vocês são uns covardes. A restrição ao SCP-048 foi removida e designada ao [DADOS EXPURGADOS]. - Dr. Cortez.

Adendo 2: 

SCP-048 - [DADOS EXPURGADOS], foi acidentalmente jogado no lixo nesta manhã e perdido. Em um incidente não relacionado, Dr. Cortez acidentalmente, traumaticamente, amputou seus braços no liquidificador do refeitório. SCP-048 fechado.

Adendo 3:

SCP-048 foi novamente removido dos arquivos, após tornar aparente que tal "Barco Vampiro" jamais existiu, tampouco se tornou posse da Fundação SCP. Acredita-se que este engano ocorreu quando um pesquisador de baixo nível tentou salvar sua "ideia de história incrível" em seu disco rígido, sobrescrevendo o arquivo no local designado para o SCP-048. O pesquisador em questão foi exonerado de qualquer atividade relacionada aos arquivos por tempo indeterminado.

alma alternativa

ae pessoal ta saindo a creepy bônus do hj, estou pensando em fazer as creepy bônus serem de rituais espero que gostem !
kajy
obs : não nos responsabilizamos por nada que aconteça caso tente , tudo postado aqui é somente para informação!
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Às 12:17, em qualquer noite, você tem a oportunidade de acordar uma alma alternativa. A maneira mais comum de conseguir vê-la? Através de um espelho.

Comece o ritual exatamente à meia noite. No quarto ou banheiro, nenhuma luz, exceto a de uma única vela, que deve ficar atrás de você e refletir no espelho.

Por 10 minutos, você deve se concentrar no silêncio, focado somente no seu reflexo. Não quebre o contato visual: será interpretado como fraqueza, e você será subjugado.

Após os 10 minutos, você deve tirar seu próprio sangue e esfregar na linha dos olhos do seu reflexo. Fazer isso irá cegá-lo, e você verá seus atributos começando a mudar drasticamente.

Devagar e gradualmente, seu reflexo se tornará uma criatura assombrosa, uma além da compreensão daqueles que nunca a viram antes. Você não deve, sob hipótese alguma, quebrar o contato visual.

Logo esse contorcionismo irá acabar. Então, um som não humano irá ecoar ao seu redor. A criatura vai começar a se aproximar do vidro.

Se você não apagar a vela exatamente às 12:17, a criatura vai escapar.

Esteja avisado, caso você tenha êxito: em qualquer superfície polida, seja um espelho, madeira ou uma janela, seu reflexo sempre estará te observando.

guitarra de 5 cordas

ae pessoal primeira creepy do dia.
hoje trago a seunda parte da creepy guitarra de 5 cordas espero q gostem :)
kajy
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Elijah não dormiu bem. Não conseguia parar de pensar na guitarra. As notas que ele ouviu antes de entrar no quarto ecoavam em sua mente, durante seus sonhos. Subitamente, ele acordou. Eram 5 da manhã, e ainda não havia sol. Mesmo assim, Elijah não conseguia mais dormir, então pulou pra fora do sofá. Ele então começou a se mover na direção da escada em forma de caracol antes mesmo de poder entender o que estava fazendo. Para seu deleite, as notas que ouvira no seu sonho agora podiam ser ouvidas em toda a casa. Novamente, vinha da porta vermelha. Ele não ia perder tempo novamente: correu escada abaixou e entrou de vez no estúdio. Sem nem olhar em volta, olhou direto para o local aonde a guitarra estava antes.

Ela ainda estava ali, e a música, novamente, havia parado. Estendeu suas mãos para pegá-la, mas parou. Não sabia bem por que, mas algo lhe dizia para não tocar aquele instrumento. Havia algo de errado com aquilo tudo. O estúdio ainda gravando, o banquinho caído no chão, a guitarra caída e reluzindo tão perfeitamente, mesmo sabendo que estava ali há pelo menos algumas semanas, a corda que faltava... Nada fazia muito sentido. Mas ele jamais saberia  o que iria acontecer se não fosse além na sua inspeção, então ele engoliu em seco e pegou a guitarra do chão...

E nada aconteceu. Pelo menos, nada que ele pudesse ver. A guitarra, agora em suas mãos, parecia ter perdido parte do brilho que tinha enquanto estava no chão. Ela se encaixava perfeitamente em suas mãos. Ergueu o banquinho e sentou-se, colocando a guitarra no colo. Tocou um acorde de Mi maior. A guitarra estava perfeitamente afinada, mesmo sabendo que a falta da primeira corda deixava o acorde meio vazio. No entanto, ainda era o som mais belo que ele já tinha ouvido em sua vida.

Então ele notou que a guitarra tinha o mesmo som das notas que ele ouviu em seus sonhos, ao longo da noite. Era um som tão limpo e bonito que nem mesmo parecia uma guitarra. Parecia que vinham de uma harpa, mas ele viu que elas de fato vinham daquela guitarra.

Subitamente, ele pulou e olhou em volta. "ONDE VOCÊ ESTÁ? APAREÇA!", ele ordenou. Alguém devia estar tocando a guitarra, e ele se deixou levar tanto pelo momento que esqueceu de analisar bem a situação. Olhou todo o estúdio, procurou passagens secretas nas paredes e no chão.

Depois de alguns minutos de busca minuciosa, ele não encontrou coisa alguma. "Será que era a gravação?" ele pensou, e entrou na sala de controle para inspecionar o equipamento. Estava tudo desligado, como ele havia deixado no dia anterior. Nenhuma gravação, nenhuma reprodução iniciada... nada. A situação era completamente esquisita, mas Elijah lembrou-se da guitarra, e correu de volta para seu prêmio.

Fascinado, ele sentou-se, colocou a guitarra no colo e começou a se acostumar com o instrumento. A falta da 1ª corda ainda era algo estranho, mas o som maravilhoso das outras cordas compensavam. Ele começou a tocar seu repertório de clássicos. Nunca antes em sua vida Led Zeppelin soou tão incrível. O tom era perfeito para qualquer gênero musical. Se encaixava em praticamente tudo, e fazia tudo soar mais bonito que o normal. "Isso é completamente incrível", ele exclamou.

Dezenas de possibilidades passaram pela sua mente. "Essa pode ser a chance que eu estou procurando!" ele gritou. "Isso é fantástico. Eu não ligo pra que tipo de merda essas pessoas gostam hoje em dia, eu duvido que alguém não goste disso".

Com cuidado, ele colocou a guitarra no chão, foi para a sala de controle e apertou o botão de gravação. "De volta aos negócios", ele disse, e começou a fazer aquilo que mais amava.

Depois de várias horas, ele estava certo de que tinha o melhor material perfeito para mostrar ao produtor".

"Bob, você vai adorar isso. Venha aqui o mais rápido possível, tudo bem?"

"Claro, irmão. Estarei aí em breve".

Bob chegou no dia seguinte, irritado. Obviamente ele não estava muito feliz em ter que arrastar seu traseiro gordo até a casa de Elijah, mas ele queria saber se Elijah ainda sabia o que fazer. Sua camisa, por baixo do paletó, não estava abotoada, e ele tocava no bolso com o celular frequentemente. Se isso falhasse, Elijah perderia seu emprego. Ele não se preocupava, entretanto, pois não conseguia imaginar alguém não gostando do que ele fez com sua arma secreta. Elijah levou Bob até a sala de estar, onde estava o aparelho de som. "Você vai amar isso, eu garanto".

"É bom mesmo" ele respondeu, com um tom irritado. Era óbvio que ele não estava com vontade de falsear bom humor. Elijah colocou seu MP3 player no aparelho e colocou a gravação para tocar. Bob mudou de humor automaticamente. "Espera... O que é isso? É uma guitarra? Como você conseguiu esse som?!"

"Venho trabalhando nisso há algum tempo", Elijah mentiu.

"Bem, não posso acreditar que estou dizendo isso, mas está soando ótimo. Muito bom, na verdade. Continue assim, E, e logo você voltará ao mercado. Eu vou falar com a banda agora-"

"Espera!" Elijah gritou. "Na verdade... Eu queria gravar um álbum por conta própria".

"E, nós já falamos sobre isso..."

"Eu sei, Bob, mas dessa vez eu sei que vai dar certo".

"Eu não gosto da idéia... mas se você mantiver essa qualidade... eu posso te dar outra chance".

"Esteja certo de que não vou desapontá-lo!" Elijah disse, entusiasmado.

"Ok, cara, mas é tudo ou nada. E mantenha esse estilo novo, nada daquela merda que você fazia antigamente"

Elijah ficou profundamente irritado, mas tentou ignorar o comentário. "Sim, claro... É claro. Você está certo"

"Se me der licença, eu tenho alguns assuntos para tratar. Falo com você em breve". Bob saiu sem dizer mais nenhuma palavra.

Elijah estava completamente feliz. Ele não ficava assim desde que assinou o primeiro contrato. "Finalmente outra chance. Estou de volta ao mercado... De volta ao sucesso". Animado, ele decidiu voltar para o estúdio e gravar algo mais.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

visão oculta

eae pessoal aqui quem fala é o kajy e trago um teste bem bonito pras noites de vcs :)
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Esse teste é para testar sua "visão oculta". Leia todos os passos antes de começar e não leia o resultado antes de seguir todos os passos. Não se preocupe, esse teste é inofensivo. 

1. Feche os olhos.  

2. Imagine que está de pé em seu quarto. Tente visualizar isso na sua mente.

3. Mentalmente, faça um passeio por sua casa. Entre em todos os cômodos da sua casa usando apenas sua mente, visite um por um.

NÃO LEIA O RESTO DO TEXTO ANTES DE FAZER OS PASSOS ACIMA.





















Terminou?

Então, você avistou algum estranho em um dos cômodos?
Se a resposta é sim, você é fisicamente predisposto a ver espíritos!

E a propósito, o estranho que você viu na sua mente é um espírito de verdade.